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Sobre o Projeto

Gerar um filho, dar à luz, adotar, amamentar, acalentar, contar histórias, são algumas das muitas maneiras das mães dizerem “eu te amo”. Instantes especiais que deveriam ser eternizados. Este ano, a Exposição Retratos de Mãe da fotógrafa Andréa Leal resolveu guardar para sempre e valorizar esse momento em que uma mãe conta histórias para seus filhos, canta canções, coloca no colo, embala... Porque acredita que essa sensação de proteção, de estar inteiramente presente na vida do filho é algo que toda mãe gostaria de ganhar e dar de presente por toda a vida.
 
Para celebrar o Dia das Mães, contar essas histórias e estimular esse elo que une gerações, Carol Levy foi convidada para ser a curadora da mostra, que traz 12 mães que tiveram a vida especialmente tocada pelas canções e histórias da cantora e contadora de histórias pernambucana que completa 11 anos de um trabalho que ultrapassou os muros do estado e ganha o Brasil.
 
Especialista em fotografia de família com vasta experiência, Andréa Leal se desafiou a resgatar esse instante de conexão, a dedicação de tempo e atenção, esse olhar amoroso que não só estimula a leitura, a cultura, o cognitivo, mas principalmente os sentimentos que unem mães e filhos e que são revividos na memória sempre que pede o coração.
 
Para transportar cada família para o universo mágico de seus contos preferidos, a artista plástica Luciana Maia desenvolveu um trabalho delicado e exclusivo, com intervenções nas fotografias capazes de reproduzir um cenário cheio de cores e significados que até então só existia na imaginação dos retratados.
 
 
Personagem da primeira edição do Retratos de Mães, a jornalista Cláudia Bettini foi convidada a ser coautora do projeto pelo exemplo de maternidade e profissionalismo dedicados ao lúdico desde a sua família, no site Corujices, Rádio Matraquinha e Hotel Village. Empatia que a levou, ao lado da cordelista Mariane Bigio, a convidar a mostra a participar da programação especial do mês de maio realizado no rofftop do Shopping Tacaruna para homenagear as mães.
 
Todas estas mães unidas em torno do propósito de mostrar essas personagens do mundo real, parecidas com tantas outras mães e que provam que a vida não é um conto de fadas, mas tem um final feliz a cada dia, a cada beijo de boa noite, a cada vivência somada na história que elas constroem ao lado de seus filhos, cheias de obstáculos, dificuldades, lágrimas, mas também repletas de força, dedicação e vontade de sorrir e ser feliz. 
 
Em depoimentos emocionantes, elas compartilharam essa doce e transformadora experiência e, por meio de um aplicativo de realidade aumentada, vídeos realizados pela Virtual Recife Produções vão contar essas histórias cada vez que o celular for posicionado em frente à tela de cada personagem, durante a exposição interativa. Um trabalho minucioso e profundo realizado a tantas mãos para presentear todas as mães com a materialização desse amor que não nos deixa perder a esperança de que seremos felizes para sempre.
andrea

Sobre a Fotógrafa Andréa Leal

curadoras

Sobre a Jornalista Cláudia Bettini

curadora

Sobre a Artista Lu Maia

carol

Sobre a Curadora Carol Levy

Ana Leite

Há muito tempo atrás, havia uma linda princesa de olhinhos puxados que adorava rodopiar saudando a vida. Seu nome era Ana Katharina. Um dia, uma grande tempestade com muitos raios, trovões e neblinas chegou e a linda princesa ficou muito assustada. A confusão foi tanta, que a luz que sempre existiu dentro dela foi se apagando. Ela ficou cada dia mais perdida. Um dia, a princesa ganhou um super presente: um príncipe encantado! Depois, ganhou outro super presente: uma linda bebê. Era sua filha Olga. Mesmo sem perceber, aquela pequena bebê trouxe a luz de volta à princesa Ana Katharina. E, como ela mesmo diz, como na música do Príncipe Azul, sua vida voltou a brilhar com muitos lararálararís.

Carol Levy

Era uma vez uma menina muito medrosa. Seu nome era Carol. Ela sabia exatamente o que queria ser quando crescer, mas morria de medo. Até o dia em que a menina, sentindo muita tristeza por não fazer o que queria, resolveu criar coragem e ir à luta. Resolveu realizar o seu sonho: cantar e ser artista. O que ela não sabia é que também viraria contadora de histórias. Como a Chapeuzinho Amarelo, Carol enfrentou os seus maiores medos e, para a sua surpresa, percebeu que eles não eram tão assustadores assim. Depois, a menina ganhou um lindo filho, o Bento. Ele virou inspiração para seu trabalho. E depois ganhou uma linda filha, a Olívia. Esta virou cobaia de seu trabalho. Hoje, a menina grande Carol vive muito feliz e, vez por outra, lembra aos seus filhos que os medos ficam muito maiores na nossa cabeça.

Fátima Veras

Era uma vez uma mãe chamada Fátima. Ela sempre tinha um largo sorriso no rosto. Um dia, ela ganhou uma filha, a Helô. Aí, o sorriso aumentou tanto que quase rasgou o seu rosto. Fátima sempre ensinou Helô o que o velho da história demorou um pouquinho a aprender: não dá para todos agradar e tudo bem!

Germanny Maia

Essa é a história de uma mãe chamada Germanny Gracy e uma filha chamada Giovanna Gracy. A pequena Giovanna nasceu com microcefalia. Sua mãe, uma mulher muito determinada, nunca desistiu de sua filha e proporcionou tudo para ela. Um dia, assistindo uma música no programa de TV de uma moça, conheceu o vagalume Uá-uá e se encantou. A música ajudou a estimular a audição de sua filha e a luz do vaga-lume também. Desse dia em diante, a mamãe Germanny passou a apresentar aquele programa de TV mais vezes a sua pequena. Ouvindo a música, ela se imagina voando livremente junto à sua filha e deixandoser o que quiser.

Iara Gonçalves

Havia uma super mãe chamada Iaraque adorava oferecer livros e mais livros para seus filhos. Quando sua bebê Drielly nasceu e cresceu um pouquinho, sua super mãemostrou uma moça contando histórias para a menina. Quando a pequena Drielly ouviu falar de uma menina bonita do laço de fita pretinha e linda que nem ela, se identificou na hora!

Janaina Medeiros

Havia um menino chamado Teo, que adorava letras e números. Por ser autista, o menino era muito sensível aos sons ao seu redor. Um dia, sua mãe, a Janaina, apresentou as histórias contadas e cantadas por uma moça e Theo adorou. Gostou tanto que deixou sua mãe com os ouvidos cansados de tanto repetir e repetir a mesma coisa. Mas, ao mesmo tempo, Janaina ficou muito feliz pois percebeu seu filho brincando, cantando e sorrindo ao ouvir tudo aquilo. Theo é fera em imitar a moça da história e, sua mãe, a Janaína, é fera em cuidar dele, dar bem muito amor e claro, mesmo querendo correr como a panqueca da história, acabou aprendendo a contar igualzinho à moça.

Jaqueline Silva

Há muito tempo atrás, uma moça muito amorosa se tornou mãe de um lindo garoto chamado Lucas. Ela saía cedo de casa para trabalhar e morria de saudades de seu Lucas. Um dia, ela conheceu uma moça que contava histórias e passou a assistir todas elas sempre que estava com seu filho. Até descobrir uma música da mesma moça e brincar de Pulga enchendo o seu rebento de cócegas e amor.

Joseneide Vasconcelos

Era uma vez uma menina muito sabida chamada Joyce. Ela escolheu uma família incrível para receber amor e cuidados e ainda ganhou duas mães de bônus: a Joseneidee a Valdenize! Um dia, elas escutaram uma música de uma moça que dizia umas coisas lindas. Se identificaram imediatamente pois a música falava de família. E que família é amor. E o amor vem de todos os lados. Afinal de contas, não existe régua para medir o amor e não importa se há duas mães, pais, avós, tios, tias ou madrastas. O que importa mesmo é amar e ser amado.

Judith Andrade

No mundo do faz de conta, havia um pintinho muito corajoso e dono de si chamado Pimpão. Ele perdeu o seu grão de milho e, com muita valentia, enfrentou coisas inimagináveis para trazer o grão de volta. No mundo real,havia uma incrível mãe chamada Judith e uma linda menina chamada Gabi. As duas também adoravam se aventurar pelo mundo.  Um dia, Judith ouviu a história do pintinho contada por uma moça que ela sempre costumava ouvir com a sua linda Gabi. Ouvindo a história, a menina percebeu que, mesmo sendo tão pequenino, Pimpãoconfiava em si mesmo. Gabi, tímida que era, aprendeu que, às vezes, a gente precisa fazer as coisas mesmo sentindo um tantinho de medo, como o pintinho Pimpão.

Kallynka Ortins

Um dia, o menino Vinicius estava muito incomodado. Muitos sons perturbavam seus ouvidos sensíveis e ele não sabia dizer o que o incomodava, pois ainda não falava. Sua mãe, Kallynka, fazia de tudo para ajudá-lo. Outro dia, quando andava de carro com o seu amigo Theo e a mãe dele, eles começaram a ouvir uma música de uma moça que falava de um pato, um peru, um periquito e um jacaré. No meio do seu nervosismo, Vinicius ouviu, se acalmou e sorriu. Depois, saiu do carro e repetiu a música várias e várias vezes.

Marina Nassar

Era uma vez uma menina chamada Maria Letícia e um menino chamado Pedro. Os dois eram irmãos. Letícia adorava ouvir histórias. Pedro adorava ouvir música. A mãe dos meninos, a Marina, vivia quebrando a cabeça para fazer os dois se divertirem juntos. Como fazer isso? Simples: ouvindo a história do Sapo e da Princesa! Além de poderem ouvir história e cantar ao mesmo tempo, as crianças deram muita risada, aprenderam que o que vale mesmo à pena é o amor e passaram a se divertir muito juntos.

Simone Gonçalves

Era uma vez uma família. Nessa família, havia um pai, uma mãe chamada Simone e duas filhas chamadas Maria Vitória e Júlia. Um dia, Júlia, a mais pequenina, virou estrelinha e foi brilhar lá no céu. Todos ficaram muito tristes e a mamãe Simone mais ainda, ao ver a tristeza da sua filha Maria Vitória. Ela decidiu fazer alguma coisa: pediu ao pai, o seu marido, que levasse a menina ao show de uma moça que cantou e contou histórias. Ao ouvir a música do ventilador, Maria Vitória girou, girou, girou, espantou todos os males para longe e ensinou o truque aos seus pais. Hoje, eles vivem felizes para sempre, na certeza de que uma linda estrela olha por eles lá do alto.

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